sábado, 23 de setembro de 2017
NOTÍCIAS
domingo, 22 de novembro de 2015
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
ATIVIDADES DE GEOGRAFIA
Atividade de Geografia

Acre
– Alagoas – Amapá – Amazonas – Bahia – Ceará – Espírito Santo – Goiás –
Maranhão – Mato Grosso – Mato Grosso do Sul – Minas Gerais – Pará –
Paraíba – Paraná – Pernambuco – Piauí – Rio de Janeiro – Rio Grande do
Norte – Rio Grande do Sul – Rondônia – Roraima – Santa Catarina – São
Paulo – Sergipe – Tocantins
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Capital _________________________________
sexta-feira, 27 de abril de 2012
ATALHOS
Combinações de teclas de sistema do Windows
- F1: Ajuda
- CTRL+ESC: Abre o menu Iniciar
- ALT+TAB: Alterna entre programas abertos
- ALT+F4: Encerra o programa
- SHIFT+DELETE: Exclui o item permanentemente
- Logotipo Windows+L: Bloqueia o computador (sem usar CTRL+ALT+DELETE)
Combinações de teclas do programa Windows
- CTRL+C: Copiar
- CTRL+X: Recortar
- CTRL+V: Colar
- CTRL+Z: Desfazer
- CTRL+B: Negrito
- CTRL+U: Sublinhado
- CTRL+I: Itálico
Combinações de modificadores de clique de mouse/teclado para objetos do shell
- SHIFT+clique com o botão direito: Exibe um menu de atalho contendo comandos alternativos
- SHIFT+clique duplo: Executa o comando padrão alternativo (o segundo item no menu)
- ALT+clique duplo: Exibe as propriedades
- SHIFT+DELETE: Exclui um item imediatamente sem colocá-lo na Lixeira
Comandos gerais somente de teclado
- F1: Inicia a Ajuda do Windows
- F10: Ativa as opções da barra de menu
- SHIFT+F10 Abre um menu de atalho para o item selecionado (isso é o mesmo que clicar em um objeto com o botão direito do mouse)
- CTRL+ESC: Abra o menu de Iniciar (use as teclas de direção para selecionar um item)
- CTRL+ESC ou ESC: Seleciona o botão Iniciar (pressione TAB para selecionar a barra de tarefas ou pressione SHIFT+F10 para obter um menu de contexto)
- CTRL+SHIFT+ESC: Abre o Gerenciador de Tarefas do Windows
- ALT+SETA PARA BAIXO: Abre uma caixa de listagem suspensa
- ALT+TAB: Alterna para outro programa aberto (segure a tecla ALT e pressione a tecla TAB para ver a janela de troca de tarefas)
- SHIFT: Pressione e mantenha pressionada a tecla SHIFT enquanto insere um CD-ROM para ignorar o recurso de execução automática
- ALT+ESPAÇO: Exibe a janela principal do menu Sistema (do menu Sistema é possível restaurar, mover, redimensionar, minimizar, maximizar ou fechar a janela).
- ALT+- (ALT+hífen): Exibe o menu Sistema da janela filho da interface MDI (no menu Sistema da janela filho da MDI, é possível restarurar, mover, redimensionar, minimizar, maximizar ou fechar a janela filho)
- CTRL+TAB: Alterna para a próxima janela filho de um programa de interface MDI.
- ALT+letra sublinhada no menu: Abre o menu
- ALT+F4: Fecha a janela atual
- CTRL+F4: Fecha a janela atual da interface MDI
- ALT+F6: Alterna entre várias janelas no mesmo programa (por exemplo, quando a caixa de diálogo Localizar do Bloco de Notas é exibida, o ALT+F6 alterna entre a caixa de diálogo Localizar e a janela principal do Bloco de Notas)
Atalhos de objetos Shell e de pasta geral/Windows Explorer
- F2: Renomeia o objeto
- F3: Localiza todos os arquivos
- CTRL+X: Recortar
- CTRL+C: Copiar
- CTRL+V: Colar
- SHIFT+DELETE: Exclui a seleção imediatamente, sem mover o item para a Lixeira
- ALT+ENTER: Abre as propriedades do objeto selecionado
Para copiar um arquivo
Para criar um atalho
,,,
Controle geral de pasta/atalho
- F4: Marca a caixa de seleção Ir para outra pasta e move para baixo as entradas na caixa (se a barra de ferramentas estiver ativa no Windows Explorer)
- F5: Atualiza a janela atual.
- F6: Move entre painéis no Windows Explorer
- CTRL+G: Abre a ferramenta Ir Para a Pasta (somente no Windows Explorer do Windows 95)
- CTRL+Z: Desfaz o último comando
- CTRL+A: Seleciona todos os itens na janela atual
- BACKSPACE: Alterna para a pasta pai
- SHIFT+clique+botão Fechar: Em pastas, fecha a pasta atual e todas as pastas pai
Controle da árvore do Windows Explorer
- Teclado Numérico *: Expande tudo que estiver selecionado
- Teclado Numérico +: Expande a seleção atual
- Teclado Numérico -: Recolhe a seleção atual.
- SETA PARA A DIREITA: Expande a seleção atual se não estiver expandida, caso contrário, vai para o primeiro filho
- SETA PARA A ESQUERDA: Recolhe a seleção atual se estiver expandida, caso contrário, vai para o pai
Controle de propriedades
- CTRL+TAB/CTRL+SHIFT+TAB: Move entre as guias de propriedade
Atalhos de acessibilidade
- Pressionar SHIFT cinco vezes: Ativa e desativa as teclas de aderência
- Manter pressionada a tecla SHIFT direita por oito segundos: Ativa e desativa as teclas de filtragem
- Manter pressionada a tecla NUM LOCK por cinco segundos: Ativa e desativa as teclas de alternância
- ALT esquerda+SHIFT esquerda+NUM LOCK: Ativa e desativa as teclas para mouse
- ALT esquerda+SHIFT esquerda+PRINT SCREEN: Ativa e desativa o alto contraste
Teclas do Microsoft Natural Keyboard
- Logotipo do Windows: Menu Iniciar
- Logotipo do Windows+R: Caixa de diálogo Executar
- Logotipo do Windows+M: Minimizar tudo
- SHIFT+Logotipo do Windows+M: Desfaz minimizar tudo
- Logotipo do Windows+F1: Ajuda
- Logotipo do Windows+E: Windows Explorer
- Logotipo do Windows+F: Localiza arquivos ou pastas
- Logotipo do Windows+D: Minimiza todas as janelas abertas e exibe a área de trabalho
- CTRL+Logotipo do Windows+F: Localiza o computador
- CTRL+Logotipo do Windows+TAB: Move o foco de Iniciar para a barra de ferramentas de Início Rápido e para a bandeja do sistema (use a SETA PARA A DIREITA ou PARA A ESQUERDA para mover o foco para itens na barra de ferramentas de Início Rápido e na bandeja do sistema)
- Logotipo do Windows+TAB: Percorra os botões da barra de tarefas
- Logotipo do Windows+Break: Caixa de diálogo Propriedades do Sistema
- Chave do aplicativo: Exibe um menu de atalho para o item selecionado
Microsoft Natural Keyboard com o software IntelliType instalado
- Logotipo do Windows+L: Faz logoff do Windows
- Logotipo do Windows+P: Inicia o Gerenciador de Impressão
- Logotipo do Windows+C: Abre o Painel de Controle
- Logotipo do Windows+V: Inicia a Área de Transferência
- Logotipo do Windows+K: Abre a caixa de diálogo Propriedades do Teclado
- Logotipo do Windows+I: Abre a caixa de diálogo Propriedades do Mouse
- Logotipo do Windows+A: Inicia as Opções de Acessibilidade (se instaladas)
- Logotipo do Windows+BARRA DE ESPAÇOS: Exibe a lista de teclas de atalho do Microsoft IntelliType
- Logotipo do Windows+S: Ativa e desativa o CAPS LOCK
Comandos de teclado da caixa de diálogo
- TAB: Move para o próximo controle na caixa de diálogo
- SHIFT+TAB: Move para o controle anterior na caixa de diálogo
- BARRA DE ESPAÇOS: Se o controle atual for um botão, isto clicará no botão. Se o controle atual for uma caixa de seleção, isto marcará ou desmarcará a caixa de seleção. Se o controle atual for uma opção, isto selecionará a opção.
- ENTER: Equivalente a clicar no botão selecionado (o botão com o contorno)
- ESC: Equivalente a clicar no botão Cancelar
- ALT+letra sublinhada no item da caixa de diálogo: Move para o item correspondente
domingo, 18 de setembro de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
sábado, 18 de dezembro de 2010
A fada Oriana
Nome:______________________________________________ Nº ____
Data: ___ /____/____ Valor: _______ Obteve: ____
A Fada Oriana
A velha estava a arrumar a casa e enquanto trabalhava falava sozinha, dizendo:
_ Que negra vida, que negra vida! Estou tão velha como o tempo e ainda preciso trabalhar. E não tenho nem filho nem filha que me ajude. Se não fossem as fadas que seria de mim?
As fadas só se mostram às crianças, aos animais, às árvores e às flores. Por isso a velha nunca via Oriana; mas, embora não a visse, sabia que ela estava ali, pronta a juda-la.
Depois de ter varrido a casa, a velha acendeu o lustre e pôs a água a ferver. Abriu a lata do café e disse:
– Não tenho café.
Oriana tocou com a sua varinha de condão na lata e a lata encheu-se de café. A velha fez o café e depois pegou na caneca de leite e disse:
– Não tenho leite.
Oriana tocou com a sua varinha de condão na caneca e a caneca encheu-se de leite.
A velha pegou no açucareiro e disse:
– Não tenho açúcar.
Oriana tocou com a varinha de condão no açucareiro e o açucareiro encheu-se de Açúcar.
A velha abriu a gaveta do pão e disse:
– Não tenho pão.
Oriana tocou com a varinha de condão na gaveta e dentro da gaveta apareceu um
pão com manteiga.
A velha pegou no pão e disse:
– Se não fossem as fadas que seria de mim!
E Oriana, ouvindo-a, sorriu.
Sophia de Mello Breyner Andresen,
A Fada Oriana, Porto, Ed. Figueirinhas, 2000
Interpretação do texto
1. O que quer dizer a frase do texto «Era uma velha muito velha que vivia numa casa velhíssima.»?
2. O que havia dentro da casa?
3. Assinale com X a frase que completa a afirmação que se segue, de acordo com o texto:
Quando Oriana espreitou pela janela, a velha estava a...
___ dormir a sesta.
___ coçar a cabeça.
___ cuidar da casa.
___ fazer o almoço.
4. Assinale com X a afirmação que completa a frase que se segue, de acordo com o texto: Enquanto tratava da casa, a velha
___ discutia com a vizinha.
___ pensava nos familiares.
___ lamentava a sua sorte.
___ chamava nomes às bruxas.
5. Transcreva do texto a palavra que melhor completa a frase que se segue, respeitando o sentido do texto:
A vida da velha era _________________.
6. A velha recordava ainda que alguém lhe atirava cravos. Quem o fazia?
7. O que sentia Oriana quando ouvia as lamentações da velha?
8. Sabemos que esta velha era mesmo muito velha. Procure no texto duas outras palavras relacionadas com o seu aspecto físico.
9. Ordene as frases que se seguem, de acordo com a sequência das ações na história, numerando-as de 1 a 7.
A velha
___ fez o café.
___ abriu a gaveta do pão.
___ acendeu o lustre.
___ varreu a casa.
___ pegou na caneca de leite.
___ pôs água a ferver.
___ pegou no açucareiro.
10. O que fez Oriana para ajudar a velha quando ela disse que não tinha café?
11. Transcreva do texto uma frase que mostre que a velha não via Oriana, mas sabia que ela existia e que a ajudava.
12. Assinale com X o conjunto em que todas as palavras são nomes comuns:
___ baile – varinha - garotos
___ cansada - flores - diziam
___ ninguém – janela - linda
___ filha - filho - janela
___ Oriana – vidro – café
13. Assinale com X o conjunto em que todas as palavras são substantivos derivados:
___ casarão caseiro casinha
___ casarão casaco casamento
___ casar casal acaso
14. Escolha a palavra que completa a seguinte frase, de acordo com a história que você leu:
Oriana ajudava a velha com a ______________ varinha de condão.
Conte as maldades que ela fez e as confusões que provocou.
Dê um final feliz à tua história.
Acentuação
sábado, 6 de novembro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Texto e Ortografia
- MAL OU MAU
- LEITURA/ESCRITA LH
- S OU SS
- R OU RR
- M OU N
- vídeos MAU MAL
- R e RR
- Os acentos
- PowerPoint Ç
- PowerPoint - exercícios-letra C
- PowerPoint SS
- Exercícios - PowerPoint - SS
- PowerPoint-SC
- Exercícios-PowerPoint-Sc
- PowerPoint - Letra Z
- Exercícios - Letra Z
- Ana e as batatas
- Os Três Porquinhos
- A meia de natal
- O barquinho
- Lobisomem
terça-feira, 31 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Sugestão de Atividades
- Sistema Solar
- Posição Geográfica do Brasil - Estados e Capitais
- Paralelos e Meridianos
- geografia 5º ano
- Geografia - ortografia - outros assuntos
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Poemas
"O universo da poesia é muito rico e encantador e o professor é o mediador e o iniciador do aluno neste mundo maravilhoso da leitura. Esse trabalho com leitura deve ser lúdico, prazeroso e bastante agradável"
>>> Se você gosta de LER tanto quanto eu, clique nos links abaixo e lerá belas POESIAS...
01. O cão sem plumas — João Cabral de Melo Neto
02. Jeremias Sem–Chorar — Cassiano Ricardo
03. As flores do mal — Charles Baudelaire
04. Poesia vestida de azul — Carlos Pena Filho
05. Em séculos de sombra — Cecília Meireles
06. A colina — Edgar Lee Masters
07. Como a noite descesse... — Emílio Moura
08. Mais real que a realidade — Alphonsus de Guimaraens Filho
09. O Carnaval de Bandeira — Manuel Bandeira
10. O que pintar eu assino — Paulo Leminski
11. O negro fala sobre rios — Langston Hughes
12. A rosa de Hiroxima — Vinicius de Moraes
13. Feminino, singular — Myriam Fraga
14. Lembranças do interior — Mauro Mota
15. Álbum de família — Jorge de Lima
16. Um poeta de paixões — Casimiro de Brito
17. Um mestre do haikai — Guilherme de Almeida
18. O poeta da memória — Ruy Espinheira Filho
19. Ruminações urbanas — Donizete Galvão
20. Recordações de Tramataia — Joaquim Cardozo
21. Carta ao senhor da guerra — Renata Pallottini
22. Os outros Pessoas — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos
23. Paisagens com palavras — Ieda Estergilda de Abreu
24. Sinfonia em versos — Paul Verlaine
25. Um cais chamado saudade — Sônia Régis
26. A valsa sem memória — Antonio Brasileiro
27. O apocalipse do Aleijadinho — Bueno de Rivera
28. Um poeta popular — Jacques Prévert
29. Palavra carece de pátria — Iacyr Anderson Freitas
30. Sem efeitos especiais — William Carlos Williams
31. Paisagens do deserto — Tarso de Melo
32. Para que serve o pássaro? — Orides Fontela
33. A explicação do poema — Haroldo de Campos
34. Poema do falso amor — Dante Milano
35. O pensamento a galope — Roberval Pereyr
36. Uma pedra de sal no oceano — Henriqueta Lisboa
37. A sintaxe do ferro — Ricardo Rizzo
38. Moderno, com 400 anos — Luís Vaz de Camões
39. Uma cadela no carnaval — Elizabeth Bishop
40. Estilhaços de poesia — Vera Lúcia de Oliveira
41. Instantâneos da metrópole — Paulo Ferraz
42. Um rio que corre na alma — Erorci Santana
43. A cicatriz e a serpente — Ruy Proença
44. Versos escritos com bisturi — Marianne Moore
45. As coisas que nos cercam — Paulo Henriques Britto
46. Retratos sem retoque — Fabio Weintraub
47. Por causa de Jandira — Murilo Mendes
48. Com o vento nos cabelos — Affonso Manta
49. Escrito em 2045 — Carpinejar
50. A chama viva do flamenco — Rainer Maria Rilke
51. A dança das garças — Maria Lúcia Martins
52. O último dia do ano — Carlos Drummond de Andrade
53. À flor da pele — João Camilo
54. A fome do primeiro grito — Hilda Hilst
55. O homem do violão azul — Wallace Stevens
56. Tiroteio de silêncios — Carlito Azevedo
57. Pitangas no travesseiro — Betty Vidigal
58. Acima de qualquer suspeita — José Paulo Paes
59. Às cinco horas da tarde — Federico García Lorca
60. À borda dos incêndios — Salgado Maranhão
61. Administrador do inútil — Manoel de Barros
62. O amolador de tesouras — Fred Souza Castro
63. No território do cotidiano — Adélia Prado
64. À espera dos bárbaros — Konstantinos Kaváfis
65. "Eu é um outro" — Sá de Miranda
66. Poesia pós–tudo — Augusto de Campos
67. A Bela de Amherst — Emily Dickinson
68. Água, terra, fogo e ar — Fernando Paixão
69. Versos em surdina — Ribeiro Couto
70. Eu não sou eu nem o outro — Mário de Sá–Carneiro
71. Tigre! Tigre! — William Blake
72. À beira da vida — Dalila Teles Veras
73. Baú de espantos — Mario Quintana
74. O solitário de Mariana — Alphonsus de Guimaraens
75. A poesia da práxis — Mário Chamie
76. Mulher e pássaros — Dora Ferreira da Silva
77. Enquanto o dia não chega — Nuno Júdice
78. Lira paulistana — Mário de Andrade
79. A sereia que leu Marx e Freud — Sosígenes Costa
80. As cismas do destino — Augusto dos Anjos
81. O olho de um pequeno deus — Sylvia Plath
82. No vôo cortante da tarde — H. Dobal
83. Um gosto de óleo diesel — Rosana Piccolo
84. Sentimento ocidental — Cesário Verde
85. Passos e acenos — Florisvaldo Mattos
86. Por trás da cortina — Sergio Cohn
87. Hay un tigre en la casa — Eduardo Lizalde
88. Do outro lado do mar — Sophia de Mello Breyner Andresen
89. No subsolo do discurso — Antonio Carlos Secchin
90. Não percas o ser humano — Nauro Machado
91. O selvagem Rimbaud — Arthur Rimbaud
92. Penso, logo minto — Reynaldo Damazio
93. No formigueiro das letras — Ana Cecília de Sousa Bastos
94. Na fumaça de um charuto — Álvares de Azevedo
95. Um clássico pós–moderno — Alexei Bueno
96. Texto com e sem palavras — Décio Pignatari
97. Sintonia de cristais — Maria Esther Maciel
98. Barras de ferro — Carl Sandburg
99. Poema de cem faces — Cem Poetas
100. Na janela da memória — Chantal Castelli
101. Vibrações de tempo — Paulo Mendes Campos
102. Papoulas de arame — Francisco Carvalho
103. O outro nome da chuva — Danilo Monteiro
104. Memória da guerra — Izacyl Guimarães Ferreira
105. Leão rasgando seda — André Luiz Pinto
106. Explosão de argila — Prisca Agustoni
107. O salário mínimo da poesia — Dylan Thomas
108. Máquina zero — Ricardo Aleixo
109. Uma roça de estrelas — José Inácio Vieira de Melo
110. Sobre a hora indesejada — Pedro Nava
111. Sede de voar — Maria da Conceição Paranhos
112. Um poeta da realidade — Czeslaw Milosz
113. Lavoura azul — José Chagas
114. Blues à moda mineira — Edimilson de Almeida Pereira
115. O homem de La Mancha — Carlos Drummond e Jorge Luis Borges
116. Coisas imediatas — Heitor Ferraz Mello
117. Suor e alfazema — Ilka Brunhilde Laurito
118. Pedras na beira do rio — João de Moraes Filho
119. Sonetos de amor — Elizabeth Barrett Browning
120. Uma canção distante — Soares Feitosa
121. Tabuada de menos — Fernando Fábio Fiorese Furtado
122. Voando com o pássaro — Ana Cristina Cesar
123. Beleza e verdade — John Keats
124. Acrílico sobre papel — Almandrade
125. Fotografias com palavras — Luiz Roberto Guedes
126. O eterno passageiro — Ronaldo Costa Fernandes
127. Concerto para violino — Maria José Giglio
128. A vida imediata — Paul Éluard
129. O poema nasce nu — Júlio Polidoro
130. Pássaro na treva — Tasso da Silveira
131. Um poeta verde — Ascânio Lopes
132. Linguagem e vertigem — Ferreira Gullar
133. O caracol e a linha — Ésio Macedo Ribeiro
134. O fazedor — Jorge Luis Borges
135. O homem e sua hora — Mário Faustino
136. Devastações e esperanças — Carlos Nejar
137. Rumo à cidade santa — William Butler Yeats
138. Quase uma arte — Paula Glenadel
139. Sob o vôo das gaivotas — Lêdo Ivo
140. Talento rebelde — Vladímir Maiakóvski
141. Na cidade e no tempo — Moacyr Félix
142. Em poucas palavras — Virna Teixeira
143. Bêbado de universo — Giuseppe Ungaretti
144. Entre espuma e areia — Washington Queiroz
145. Pessoa, 70 anos depois — Fernando Pessoa
146. Veleiros brancos — Ledusha B. A. Spinardi
147. Nas ruas da cidade — René Char
148. Um sertanejo universal — João Guimarães Rosa
149. A terra desolada — T.S. Eliot
150. Assinatura do sol — Rodrigo Petronio
151. Sal nas feridas — Helena Ortiz
152. Fragmentos do cotidiano — André Dick
153. Um lance de dados — Stéphane Mallarmé
154. A cidade engatilhada — Armando Freitas Filho
155. Nas terras do sem fim — Cyro de Mattos
156. Onde dor é saudade — Lucian Blaga
157. Banquete de asas — Antônio Mariano
158. Brincando com navalhas — Déborah de Paula Souza
159. Crepúsculo sertanejo — Castro Alves
160. Partitura de ossos — Delmo Montenegro
161. Órfão do silêncio — Charles Simic
162. No diesel do passado — Plínio de Aguiar
163. Lua no asfalto molhado — Silvana Guimarães
164. Essa cidade, gota de sombra — Herberto Helder
165. Exercício de telegrafia — Salete Aguiar
166. Cana caiana — Ascenso Ferreira
167. Espelhos e enigmas — Ronaldo Monte
168. Vênus em Escorpião — Luíza Mendes Furia
169. O amor no papel — William Shakespeare
170. Geometria de Ícaro — Solange Firmino
171. O antimenestrel — Oswald de Andrade
172. Quando se afiam as facas — Eunice Arruda
173. Funcionário da poesia — António Ramos Rosa
174. Canções do exílio — Gonçalves Dias
175. Silêncio partido em dois — Cristina Garcia Lopes
176. Uma xícara no infinito — Amadeu Baptista
177. Sem margem de manobra — Claudia Roquette-Pinto
178. Metade da vida — Friedrich Hölderlin
179. A noite é verde — Trazíbulo Casas
180. O tigre revisitado — Joaquim Branco
181. Por favor, um blues — Silvia Chueire
182. Suor suspenso no óleo — Fabiano Calixto
183. Folhas de relva — Walt Whitman
184. Mundos oscilantes — Adalgisa Nery
185. Recusa ao devaneio — Júlio Castañon Guimarães
186. Geografia do deserto — Micheliny Verunschk
187. Novembro dos vivos — Alessio Brandolini
188. O cavalo amarelo — Alexandre Bonafim
189. Trigo e papoilas — Nuno Garcia Lopes
190. Elegias da memória — Gilberto Nable
191. Amoras bravas — Eugénio de Andrade
192. Nel mezzo del cammin — Dante Alighieri
193. O retorno de Saturno — Iracema Macedo
194. Esse vestido, esse segredo — Carlos Drummond de Andrade
195. Meditação sob os lajedos — Alberto da Cunha Melo
196. Quase silêncio — Ricardo Lima
197. Cheiro de terra molhada — Márcia Maia
198. Na praia da palavra — Eduardo Sterzi
199. O fazendeiro do mar — Cacaso
200. O olho do poeta obsceno — Lawrence Ferlinghetti
201. Arqueologia do olhar — Alexandre Marino
202. Trajetória de antes — Mariana Ianelli
203. O mundo indecidível — Vítor Oliveira Jorge
204. O silêncio dos deuses — Andityas Soares de Moura
205. A meninice nas mãos — Alberto da Costa e Silva
206. Por quem os sinos dobram — John Donne
207. O vôo da voz — Sônia Barros
208. As formas do barro — Aleilton Fonseca
209. O peixe e a espinha — Afonso Henriques Neto
210. Meditações na corda lírica — Ivan Junqueira
211. Onde estão as neves de outrora? — François Villon
212. Retrato visto de longe — Francisco Carvalho
213. Carne dos meus pensamentos — Neide Archanjo
214. Vou-me embora pra Braxília — Nicolas Behr
215. Contemplando a chuva — Juan Gelman
216. Serengas, lambedeiras e naifas — João Filho
217. No meio da rua deserta — Ana Rüsche
218. Minotauros no divã — Regis Gonçalves
219. História das demolições — Fabrício Corsaletti
220. Um sol entre as veias — Nicolás Guillén
221. Amor e beterrabas — Vitória Lima
222. O poeta do desterro — Cruz e Sousa
223. Naufrágios súbitos — Álvaro Alves de Faria
224. Uma valsa e dois ciúmes — Gonçalves Dias e Casimiro de Abreu
225. Plural de nuvens — Gilberto Mendonça Teles
226. A última réstia da lua — Raiça Bomfim
227. Evidências pedestres — Paulo Ferraz
228. Pão e água-de-colônia — Adília Lopes
229. De Glasgow a Saturno — Edwin Morgan
230. A sedução da imagem — Carla Andrade
231. Trigal com corvos — W.J. Solha
232. Olho de boi na paisagem — Júlio Machado
233. Noites, pássaros e gaiolas — Alejandra Pizarnik
234. Entre o silêncio e a meditação — Moacir Amâncio
235. Pássaros convulsos — Vera Lúcia de Oliveira
236. Os homens obsoletos — Donizete Galvão
237. Lady Lazarus — Sylvia Plath
238. O taquígrafo da mente — Allen Ginsberg
239. Profundamente — Manuel Bandeira
240. Para isso fomos feitos — Vinicius de Moraes
241. Farol na névoa — Dante Milano
242. No silêncio das águas — Maiara Gouveia
243. Banquete de rebeldia — Decio Bar
244. O galo branco — Augusto Frederico Schmidt
245. Em tempo de luas magras — Cida Pedrosa
246. O falcão e a nuvem — Eugenio Montale
247. O gênio do Cosme Velho — Machado de Assis
248. Palavras soltas; talvez dor — Jorge Wanderley
249. Gleba de ausentes — H. Dobal
250. "Tenho mais almas que uma" — Fernando Pessoa
251. Goteira da memória — Lenilde Freitas
252. O verso sem plumas — Maria Thereza Noronha
253. Disse o corvo: "Nunca mais" — Edgar Allan Poe
254. Todas as cidades do mundo — Izacyl Guimarães Ferreira
255. Poemas de circunstância — Manuel Bandeira e Carlos Drummond
256. Só a noite é que amanhece — Alphonsus de Guimaraens Filho
57. Palavras de sal — Angélica Torres Lima
258. Cidade, por que me persegues? — José Paulo Paes
259. Cheiro de terra molhada — Mariana Botelho
260. Canções de Cecília — Cecília Meireles
261. Poemas diante do espelho — Sete poetas
262. Sob o signo do blues — Amélia Alves
263. O azeite do desengano — Ronaldo Costa Fernandes
264. Elegias do País das Gerais — Dantas Mota
265. 3,141592653589793238... — Wislawa Szymborska
266. Uma estrela trêmula — Max Martins









