glitters

sábado, 23 de setembro de 2017

NOTÍCIAS

O QUE ACONTECE EM MINAS GERAIS?

SAIBA CLICANDO AQUI


MINAS GERAIS, estado localizado na Região Sudeste do país. Limita-se ao sul e sudoeste com São Paulo, a oeste com o Mato Grosso do Sul, a noroeste com Goiás e Distrito Federal, a norte e nordeste com a Bahia, a leste com o Espírito Santo e a sudeste com o Rio de Janeiro. Seu território é subdividido em 853 municípios, a maior quantidade dentre os estados brasileiros.

domingo, 22 de novembro de 2015

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

MAIS ATIVIDADES


  • SUGESTÕES DE TEXTOS PARA O QUINTO ANO




  • SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O QUINTO ANO

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

ATIVIDADES DE GEOGRAFIA

Atividade de Geografia



1)Observe o mapa e faça o questionário abaixo:

*Complete:

Esse é o mapa do __________________,nosso país. Ele está dividido em ________ estados e um  _________________________________.

*Localize e escreva os nomes dos estados que estão no quadro abaixo, no mapa:


Acre – Alagoas – Amapá – Amazonas – Bahia – Ceará – Espírito Santo – Goiás – Maranhão – Mato Grosso – Mato Grosso do Sul – Minas Gerais – Pará – Paraíba – Paraná – Pernambuco – Piauí – Rio de Janeiro – Rio Grande do Norte – Rio Grande do Sul – Rondônia – Roraima – Santa Catarina – São Paulo – Sergipe – Tocantins


* Pinte o mapa de acordo com a legenda:

Região Norte    -    verde            
Região Nordeste -   laranja        
Região Centro – Oeste  -  vermelho    
Região Sudeste   -   marrom     
Região Sul   -  amarelo    

* Escreva o nome do estado em que moramos, sua capital e a região que ele faz parte. Depois circule-o no mapa:

Estado _________________________________
Capital _________________________________
Região _________________________________

*Agora, complete as informações:

•A região brasileira com o maior número de estados e a _______________________.

•A mais extensa das regiões brasileiras é __________________________.

•A região brasileira quase situada ao sul do trópico de capricórnio é a ___________________.

•A região Centro – Oeste é constituída por 3 estados : _____________, ____________ , ____________ e 1 Distrito Federal.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

ATALHOS


Combinações de teclas de sistema do Windows

  • F1: Ajuda
  • CTRL+ESC: Abre o menu Iniciar
  • ALT+TAB: Alterna entre programas abertos
  • ALT+F4: Encerra o programa
  • SHIFT+DELETE: Exclui o item permanentemente
  • Logotipo Windows+L: Bloqueia o computador (sem usar CTRL+ALT+DELETE)

Combinações de teclas do programa Windows

  • CTRL+C: Copiar
  • CTRL+X: Recortar
  • CTRL+V: Colar
  • CTRL+Z: Desfazer
  • CTRL+B: Negrito
  • CTRL+U: Sublinhado
  • CTRL+I: Itálico

Combinações de modificadores de clique de mouse/teclado para objetos do shell

  • SHIFT+clique com o botão direito: Exibe um menu de atalho contendo comandos alternativos
  • SHIFT+clique duplo: Executa o comando padrão alternativo (o segundo item no menu)
  • ALT+clique duplo: Exibe as propriedades
  • SHIFT+DELETE: Exclui um item imediatamente sem colocá-lo na Lixeira

Comandos gerais somente de teclado

  • F1: Inicia a Ajuda do Windows
  • F10: Ativa as opções da barra de menu
  • SHIFT+F10 Abre um menu de atalho para o item selecionado (isso é o mesmo que clicar em um objeto com o botão direito do mouse)
  • CTRL+ESC: Abra o menu de Iniciar (use as teclas de direção para selecionar um item)
  • CTRL+ESC ou ESC: Seleciona o botão Iniciar (pressione TAB para selecionar a barra de tarefas ou pressione SHIFT+F10 para obter um menu de contexto)
  • CTRL+SHIFT+ESC: Abre o Gerenciador de Tarefas do Windows
  • ALT+SETA PARA BAIXO: Abre uma caixa de listagem suspensa
  • ALT+TAB: Alterna para outro programa aberto (segure a tecla ALT e pressione a tecla TAB para ver a janela de troca de tarefas)
  • SHIFT: Pressione e mantenha pressionada a tecla SHIFT enquanto insere um CD-ROM para ignorar o recurso de execução automática
  • ALT+ESPAÇO: Exibe a janela principal do menu Sistema (do menu Sistema é possível restaurar, mover, redimensionar, minimizar, maximizar ou fechar a janela).
  • ALT+- (ALT+hífen): Exibe o menu Sistema da janela filho da interface MDI (no menu Sistema da janela filho da MDI, é possível restarurar, mover, redimensionar, minimizar, maximizar ou fechar a janela filho)
  • CTRL+TAB: Alterna para a próxima janela filho de um programa de interface MDI.
  • ALT+letra sublinhada no menu: Abre o menu
  • ALT+F4: Fecha a janela atual
  • CTRL+F4: Fecha a janela atual da interface MDI
  • ALT+F6: Alterna entre várias janelas no mesmo programa (por exemplo, quando a caixa de diálogo Localizar do Bloco de Notas é exibida, o ALT+F6 alterna entre a caixa de diálogo Localizar e a janela principal do Bloco de Notas)

Atalhos de objetos Shell e de pasta geral/Windows Explorer

Em um objeto selecionado:
  • F2: Renomeia o objeto
  • F3: Localiza todos os arquivos
  • CTRL+X: Recortar
  • CTRL+C: Copiar
  • CTRL+V: Colar
  • SHIFT+DELETE: Exclui a seleção imediatamente, sem mover o item para a Lixeira
  • ALT+ENTER: Abre as propriedades do objeto selecionado

Para copiar um arquivo

Pressione e mantenha pressionada a tecla CTRL enquanto arrasta o arquivo para outra pasta.

Para criar um atalho

Pressione e mantenha pressionadas as teclas CTRL+SHIFT enquanto arrasta um arquivo para a área de trabalho ou uma pasta. 
,,,

Controle geral de pasta/atalho

  • F4: Marca a caixa de seleção Ir para outra pasta e move para baixo as entradas na caixa (se a barra de ferramentas estiver ativa no Windows Explorer)
  • F5: Atualiza a janela atual.
  • F6: Move entre painéis no Windows Explorer
  • CTRL+G: Abre a ferramenta Ir Para a Pasta (somente no Windows Explorer do Windows 95)
  • CTRL+Z: Desfaz o último comando
  • CTRL+A: Seleciona todos os itens na janela atual
  • BACKSPACE: Alterna para a pasta pai
  • SHIFT+clique+botão Fechar: Em pastas, fecha a pasta atual e todas as pastas pai

Controle da árvore do Windows Explorer

  • Teclado Numérico *: Expande tudo que estiver selecionado
  • Teclado Numérico +: Expande a seleção atual
  • Teclado Numérico -: Recolhe a seleção atual.
  • SETA PARA A DIREITA: Expande a seleção atual se não estiver expandida, caso contrário, vai para o primeiro filho
  • SETA PARA A ESQUERDA: Recolhe a seleção atual se estiver expandida, caso contrário, vai para o pai

Controle de propriedades

  • CTRL+TAB/CTRL+SHIFT+TAB: Move entre as guias de propriedade

  Atalhos de acessibilidade

  • Pressionar SHIFT cinco vezes: Ativa e desativa as teclas de aderência
  • Manter pressionada a tecla SHIFT direita por oito segundos: Ativa e desativa as teclas de filtragem
  • Manter pressionada a tecla NUM LOCK por cinco segundos: Ativa e desativa as teclas de alternância
  • ALT esquerda+SHIFT esquerda+NUM LOCK: Ativa e desativa as teclas para mouse
  • ALT esquerda+SHIFT esquerda+PRINT SCREEN: Ativa e desativa o alto contraste

Teclas do Microsoft Natural Keyboard

  • Logotipo do Windows: Menu Iniciar
  • Logotipo do Windows+R: Caixa de diálogo Executar
  • Logotipo do Windows+M: Minimizar tudo
  • SHIFT+Logotipo do Windows+M: Desfaz minimizar tudo
  • Logotipo do Windows+F1: Ajuda
  • Logotipo do Windows+E: Windows Explorer
  • Logotipo do Windows+F: Localiza arquivos ou pastas
  • Logotipo do Windows+D: Minimiza todas as janelas abertas e exibe a área de trabalho
  • CTRL+Logotipo do Windows+F: Localiza o computador
  • CTRL+Logotipo do Windows+TAB: Move o foco de Iniciar para a barra de ferramentas de Início Rápido e para a bandeja do sistema (use a SETA PARA A DIREITA ou PARA A ESQUERDA para mover o foco para itens na barra de ferramentas de Início Rápido e na bandeja do sistema)
  • Logotipo do Windows+TAB: Percorra os botões da barra de tarefas
  • Logotipo do Windows+Break: Caixa de diálogo Propriedades do Sistema
  • Chave do aplicativo: Exibe um menu de atalho para o item selecionado

Microsoft Natural Keyboard com o software IntelliType instalado

  • Logotipo do Windows+L: Faz logoff do Windows
  • Logotipo do Windows+P: Inicia o Gerenciador de Impressão
  • Logotipo do Windows+C: Abre o Painel de Controle
  • Logotipo do Windows+V: Inicia a Área de Transferência
  • Logotipo do Windows+K: Abre a caixa de diálogo Propriedades do Teclado
  • Logotipo do Windows+I: Abre a caixa de diálogo Propriedades do Mouse
  • Logotipo do Windows+A: Inicia as Opções de Acessibilidade (se instaladas)
  • Logotipo do Windows+BARRA DE ESPAÇOS: Exibe a lista de teclas de atalho do Microsoft IntelliType
  • Logotipo do Windows+S: Ativa e desativa o CAPS LOCK

Comandos de teclado da caixa de diálogo

  • TAB: Move para o próximo controle na caixa de diálogo
  • SHIFT+TAB: Move para o controle anterior na caixa de diálogo
  • BARRA DE ESPAÇOS: Se o controle atual for um botão, isto clicará no botão. Se o controle atual for uma caixa de seleção, isto marcará ou desmarcará a caixa de seleção. Se o controle atual for uma opção, isto selecionará a opção.
  • ENTER: Equivalente a clicar no botão selecionado (o botão com o contorno)
  • ESC: Equivalente a clicar no botão Cancelar
  • ALT+letra sublinhada no item da caixa de diálogo: Move para o item correspondente

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Biblioteca Digital Mundial


Clique na imagem e tenha uma boa pesquisa!!!

...

sábado, 7 de maio de 2011

DIcionário OnLine

Descubra  o significado das palavras, use o DICIONÁRIO

domingo, 2 de janeiro de 2011

sábado, 18 de dezembro de 2010

A fada Oriana

AVALIAÇÃO DE LINGUA PORTUGUESA

Nome:______________________________________________   Nº ____

 Data: ___ /____/____  Valor: _______ Obteve: ____


A Fada Oriana

Era uma velha muito velha que vivia numa casa velhíssima. E dentro da casa só havia trapos, móveis partidos e louça rachada. Oriana espreitou pela janela que não tinha vidro.

A velha estava a arrumar a casa e enquanto trabalhava falava sozinha, dizendo:

_ Que negra vida, que negra vida! Estou tão velha como o tempo e ainda preciso trabalhar. E não tenho nem filho nem filha que me ajude. Se não fossem as fadas que seria de mim?

Quando eu era pequena brincava na floresta e os animais, as folhas e as flores brincavam comigo. A minha mãe penteava os meus cabelos e punha uma fita a dançar no meu vestido. Agora, se não fossem as fadas, que seria de mim?

Quando eu era nova ria o dia todo. Nos bailes dançava sempre sem parar. Tinha muito mais do que cem amigos. Agora sou velha, não tenho ninguém. Se não fossem as fadas que seria de mim?

Quando eu era nova tinha namorados que me diziam que eu era linda e me tiravam cravos quando eu passava. Agora os garotos correm atrás de mim, chamam-me velha’, velha’ e atiram-me pedras. Se não fossem as fadas que seria de mim?

Quando eu era nova tinha um palácio, vestidos de seda, aios e lacaios. Agora estou velha e não tenho nada. Se não fossem as fadas que seria de mim?

Oriana ouvia esta lamentação todas as manhãs e todas as manhãs ficava triste, cheia de pena da velha, tão curvada, tão enrugada e tão sozinha, que passava os dias inteiros a resmungar e a suspirar.

As fadas só se mostram às crianças, aos animais, às árvores e às flores. Por isso a velha nunca via Oriana; mas, embora não a visse, sabia que ela estava ali, pronta a juda-la.

Depois de ter varrido a casa, a velha acendeu o lustre e pôs a água a ferver. Abriu a lata do café e disse:

– Não tenho café.

Oriana tocou com a sua varinha de condão na lata e a lata encheu-se de café. A velha fez o café e depois pegou na caneca de leite e disse:

– Não tenho leite.

Oriana tocou com a sua varinha de condão na caneca e a caneca encheu-se de leite.

A velha pegou no açucareiro e disse:

– Não tenho açúcar.

Oriana tocou com a varinha de condão no açucareiro e o açucareiro encheu-se de Açúcar.

A velha abriu a gaveta do pão e disse:

– Não tenho pão.

Oriana tocou com a varinha de condão na gaveta e dentro da gaveta apareceu um

pão com manteiga.

A velha pegou no pão e disse:

– Se não fossem as fadas que seria de mim!

E Oriana, ouvindo-a, sorriu.



Sophia de Mello Breyner Andresen,

A Fada Oriana, Porto, Ed. Figueirinhas, 2000





Interpretação do texto



1. O que quer dizer a frase do texto «Era uma velha muito velha que vivia numa casa velhíssima.»?




2. O que havia dentro da casa?




3. Assinale com X a frase que completa a afirmação que se segue, de acordo com o texto:

Quando Oriana espreitou pela janela, a velha estava a...

___ dormir a sesta.

___ coçar a cabeça.

___ cuidar da casa.

___ fazer o almoço.



4. Assinale com X a afirmação que completa a frase que se segue, de acordo com o texto: Enquanto tratava da casa, a velha

___ discutia com a vizinha.

___ pensava nos familiares.

___ lamentava a sua sorte.

___ chamava nomes às bruxas.



5. Transcreva do texto a palavra que melhor completa a frase que se segue, respeitando o sentido do texto:

A vida da velha era _________________.



6. A velha recordava ainda que alguém lhe atirava cravos. Quem o fazia?




7. O que sentia Oriana quando ouvia as lamentações da velha?





8. Sabemos que esta velha era mesmo muito velha. Procure no texto duas outras palavras relacionadas com o seu aspecto físico.





9. Ordene as frases que se seguem, de acordo com a sequência das ações na história, numerando-as de 1 a 7.

A velha

___ fez o café.

___ abriu a gaveta do pão.

___ acendeu o lustre.

___ varreu a casa.

___ pegou na caneca de leite.

___ pôs água a ferver.

___ pegou no açucareiro.





10. O que fez Oriana para ajudar a velha quando ela disse que não tinha café?





11. Transcreva do texto uma frase que mostre que a velha não via Oriana, mas sabia que ela existia e que a ajudava.





12. Assinale com X o conjunto em que todas as palavras são nomes comuns:

___ baile – varinha - garotos

___ cansada - flores - diziam

___ ninguém – janela - linda

___ filha - filho - janela

___ Oriana – vidro – café



13. Assinale com X o conjunto em que todas as palavras são substantivos derivados:

___ casarão caseiro casinha

___ casarão casaco casamento

___ casar casal acaso



14. Escolha a palavra que completa a seguinte frase, de acordo com a história que você leu:

Oriana ajudava a velha com a ______________ varinha de condão.



15. Escreva uma história em que uma bruxa feia e má se divertiu com a velha

               Conte as maldades que ela fez e as confusões que provocou.

               Dê um final feliz à tua história.

               Dê-lhe um título.





...

Acentuação


 1. PARA QUE SERVE A ACENTUAÇÃO

A língua escrita necessita, na prática, de certos sinais auxiliares para indicar a exata pronúncia das palavras. Esses sinais acessórios da escrita chamam-se notações léxicas ou sinais diacríticos. Para o caso particular de acentuação gráfica, vamos conhecer melhor o acento.

a) acento agudo;

b) acento circunflexo;

c) acento grave;

d) til;

e) apóstrofo;

f) cedilha;

g) hífen.



2. TIPOS DE ACENTO

A nossa língua dispõe de apenas três acentos gráficos:

a) Acento agudo (´) – Indica que a vogal tônica possui timbre aberto:

relé harém beijá-la amá-la-ás

sapé aloés ádvena beijá-la-ás

refém amá-la ágape álcali

b) Acento circunflexo (^) – Indica que a vogal tônica possui timbre fechado:

âmago têxtil boêmia plêiade

azêmola anêmona Tâmisa brâmane

zênite êxodo êxul trânsfuga

c) Acento grave () – Usado, hoje, apenas para indicar o fenômeno da crase – fusão de “a” (preposição) + “a(s)” (artigo):

Fui à festa.

Chegamos à noite.

Fizemos referência às obras românticas.



Crase também é fusão do “a” (preposição) + o primeiro “a” dos demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo, aqueloutro.

Refiro-me àquele rapaz.

Endereçamos a carta àquela moça.

Prefiro isto àquilo.

Crase também é fusão de “a” (preposição) + “a” (pronome demonstrativo).

Não me refiro a você e sim à que estava doente.

Esta camisa é semelhante à que ganhei no aniversário passado.

d) Aspecto prático – Na prática, existem apenas dois acentos gráficos: o agudo e o circunflexo. Outro detalhe: só existe acento gráfico em sílaba tônica (sobre a vogal), mas nem toda sílaba tônica merece acento gráfico.



Acentuação Gráfica dos Monossílabos

1. MONOSSÍLABO (definição)

Monossílabo é palavra de uma só sílaba. Pode ser átono ou tônico.

a) Átono – É o monossílabo pronunciado tão fracamente na frase que a sua intensidade equivale à de uma sílaba átona. Por isso, não tem autonomia fonética e jamais leva acento gráfico.

Exemplos: de, um, uns, sob, em, sem, dum.

b) Tônico – É o monossílabo cuja intensidade se equipara à de uma sílaba tônica, pois é pronunciado fortemente. Nem todos são acentuados graficamente.

Exemplos: pá, pé, pó, pós, cós, dá-lo, pô-lo, só, sós, nó, nós, trem, bem.



2. MONOSSÍLABOS TÔNICOS ACENTUADOS

Acentuam-se os monossílabos tônicos terminados em:

a) a, as – Pá, pás, Brás, já, lá, má, más; fá-lo-ás, fá-lo-ei, fá-lo-emos, trá-lo-ei, trá-lo-íamos;

b) e, es – Pé, pés, crê, crês, dê, dês, vês, mês; fê-lo, fê-la;

c) o, os – Pó, pós, nó, nós, cós, só, sós, dó, pôs; pô-lo-ás, pô-lo-ei, pô-la-íamos, pô-lo, pô-la.



Acentuação das palavras paroxítonas

1. PAROXÍTONA (definição)

Palavra cuja sílaba tônica é a penúltima.

mesa tórax pudica empresa hifens

série xérox sótão ímã próton

álbum rubrica recorde hífen prótons



2. PAROXÍTONAS ACENTUADAS

Levam acento gráfico todos os vocábulos paroxítonos terminados em “um xirus não lei ditongo ps”.

Essa frase mnemônica (fácil de reter na memória) contém todas as terminações das palavras paroxítonas acentuadas: “um”, “x”, “i”, “r”, “us”, “n”, “ão”, “l”, “ei”, “ditongo oral” e “ps”

Veja, a seguir, as explicações e os exemplos necessários para cada terminação.



a) um, uns – Vale para o singular e para o plural: álbum – álbuns; fórum – fóruns.



b) x – Veja que tórax faz o plural os tórax. Dúplex, tríplex, córtex, xérox, Félix (x = s), fênix (x = s).



c) i – Vale para o singular e para o plural: cáqui – cáquis; táxi – táxis.



d) r – Vale para o singular e para o plural, mas observe: palavras paroxítonas terminadas em “r”, no plural tornam-se proparoxítonas: éter – éteres; revólver – revólveres; hambúrguer – hambúrgueres. Caráter tem plural especial: caracteres.



e) us – Veja que o plural é feito com ajuda do artigo: vírus – os vírus; bônus – os bônus; vênus – as vênus.



f) n – Atenção! Se a palavra paroxítona terminada em “n” fizer o plural em “ens”, a forma plural não será acentuada: hífen – hifens; éden – edens; líquen – liquens; hímen – himens.

Se o plural for feito em “ons”, tanto o plural quanto o singular terão acento gráfico: íon – íons; próton – prótons; nêutron – nêutrons, cátion – cátions.



g) ão – A terminação “ão” vale para o masculino e o feminino, para o singular e o plural: órfão – órfãos; órfã – órfãs; ímã – ímãs; zân-gão – zângãos.



h) l – Vale para o singular e para o plural: réptil – répteis; fóssil – fósseis; jóquei – jóqueis. Veja ainda que répteis e fósseis terminam em ditongo decrescente oral.



i) ei – O encontro vocálico “ei” é ditongo decrescente oral: jóquei – jóqueis; fôreis, amáreis,



j) ditongo – As paroxítonas terminadas em ditongo oral, quer crescente quer decrescente, no singular ou no plural, são sempre acentuadas: água, infância, série, mágoa, nódoa, tábua, sério, rosário.



k) ps – Veja que o plural é feito com a ajuda do artigo: bíceps – os bíceps; tríceps – os tríceps; Quéops.

 
                    ____________________________________________________________

Acentuação tônica

A acentuação tônica investiga a intensidade com que pronunciamos as sílabas das palavras de nossa língua. Aquelas sobre as quais recai a maior intensidade são as sílabas tônicas; as demais são as sílabas átonas. De acordo com a posição da sílaba tônica, os vocábulos da língua portuguesa são classificados em:



oxítonos – são aqueles cuja sílaba tônica é a última:

coração procurar pior ruim sabiá também



paroxítonos – são aqueles cuja sílaba tônica é a penúltima:

álbum estrada desse posso retrato sabia



proparoxítonos – são aqueles cuja sílaba tônica é a antepenúltima:

amássemos Antártida friíssimo lágrima úmido xícara



Observação:

Para os monossílabos, a classificação é diferente: existem os monossílabos tônicos – pronunciados intensamente – e os monossílabos átonos – pronunciados fracamente. Quando isolado todo monossílabo se torna tônico. Por isso, para diferenciar os tônicos dos átonos e vice-versa, é necessário pronunciá-los numa seqüência de palavras. Observe os monossílabos tônicos destacados:

“Sei que não vai dar em nada,

Seus segredos sei de cor.”



Agora, nos mesmos versos, destacamos os monossílabos átonos:

“Sei que não vai dar em nada,

Seus segredos sei de cor.”



Monossílabos Tônicos: Os monossílabos tônicos serão acentuados, quando terminarem em A, E, O, seguidos ou não de s.

Ex. pá, pás, má, más, vá, lá, já.

pé, pés, mês, rês, Zé, né?

pó, pós, dó, cós, pô!



Oxítonas: São as que têm a maior inflexão de voz na última sílaba. São acentuadas, quando terminarem em A, E, O, seguidos ou não de s, e em EM, ENS.

Ex. corumbá, maracujás, maná, Maringá.

rapé, massapê, filé, sapé.

filó, rondó, mocotó, jiló.

amém, armazém, também, Belém.

parabéns, armazéns, nenéns.



Paroxítonas: São as que têm a maior inflexão de voz na penúltima sílaba. São acentuadas, quando terminarem em UM, UNS, L, ÊEM, PS, X, EI (s), ÃO (s), U (s), ditongo crescente (s), N, ÔO, I (s), R, Ã (s).

Ex. álbum, factótum, médiuns.

ágil, flexível, volátil.

crêem, dêem, lêem, vêem.

fórceps, bíceps, tríceps.

tórax, xérox, fênix.

pônei, vôlei, jóquei.

órgão, órfãos, sótão.

ônus, bônus.

Mário, secretária.

hífen, pólen, gérmen.

vôo, côo, entôo.

táxi, júris.

fêmur, âmbar, revólver.

ímã, órfãs.



Proparoxítonas: São as que têm a maior inflexão de voz na antepenúltima sílaba. Todas as proparoxítonas são acentuadas.



sábado, 6 de novembro de 2010

Jogo: CORPO HUMANO

 
JOGO DO CORPO HUMANO
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terça-feira, 31 de agosto de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Poemas

"O universo da poesia é muito rico e encantador e o professor é o mediador e o iniciador do aluno neste mundo maravilhoso da leitura. Esse trabalho com leitura deve ser lúdico, prazeroso e bastante agradável"

>>> Se você gosta de LER tanto quanto eu, clique nos links abaixo e lerá belas POESIAS...

01. O cão sem plumas — João Cabral de Melo Neto

02. Jeremias Sem–Chorar — Cassiano Ricardo

03. As flores do mal — Charles Baudelaire

04. Poesia vestida de azul — Carlos Pena Filho

05. Em séculos de sombra — Cecília Meireles

06. A colina — Edgar Lee Masters

07. Como a noite descesse... — Emílio Moura

08. Mais real que a realidade — Alphonsus de Guimaraens Filho

09. O Carnaval de Bandeira — Manuel Bandeira

10. O que pintar eu assino — Paulo Leminski

11. O negro fala sobre rios — Langston Hughes

12. A rosa de Hiroxima — Vinicius de Moraes

13. Feminino, singular — Myriam Fraga

14. Lembranças do interior — Mauro Mota

15. Álbum de família — Jorge de Lima

16. Um poeta de paixões — Casimiro de Brito

17. Um mestre do haikai — Guilherme de Almeida

18. O poeta da memória — Ruy Espinheira Filho

19. Ruminações urbanas — Donizete Galvão

20. Recordações de Tramataia — Joaquim Cardozo

21. Carta ao senhor da guerra — Renata Pallottini

22. Os outros Pessoas — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos

23. Paisagens com palavras — Ieda Estergilda de Abreu

24. Sinfonia em versos — Paul Verlaine

25. Um cais chamado saudade — Sônia Régis

26. A valsa sem memória — Antonio Brasileiro

27. O apocalipse do Aleijadinho — Bueno de Rivera

28. Um poeta popular — Jacques Prévert

29. Palavra carece de pátria — Iacyr Anderson Freitas

30. Sem efeitos especiais — William Carlos Williams

31. Paisagens do deserto — Tarso de Melo

32. Para que serve o pássaro? — Orides Fontela

33. A explicação do poema — Haroldo de Campos

34. Poema do falso amor — Dante Milano

35. O pensamento a galope — Roberval Pereyr

36. Uma pedra de sal no oceano — Henriqueta Lisboa

37. A sintaxe do ferro — Ricardo Rizzo

38. Moderno, com 400 anos — Luís Vaz de Camões

39. Uma cadela no carnaval — Elizabeth Bishop

40. Estilhaços de poesia — Vera Lúcia de Oliveira

41. Instantâneos da metrópole — Paulo Ferraz

42. Um rio que corre na alma — Erorci Santana

43. A cicatriz e a serpente — Ruy Proença

44. Versos escritos com bisturi — Marianne Moore

45. As coisas que nos cercam — Paulo Henriques Britto

46. Retratos sem retoque — Fabio Weintraub

47. Por causa de Jandira — Murilo Mendes

48. Com o vento nos cabelos — Affonso Manta

49. Escrito em 2045 — Carpinejar

50. A chama viva do flamenco — Rainer Maria Rilke

51. A dança das garças — Maria Lúcia Martins

52. O último dia do ano — Carlos Drummond de Andrade

53. À flor da pele — João Camilo

54. A fome do primeiro grito — Hilda Hilst

55. O homem do violão azul — Wallace Stevens

56. Tiroteio de silêncios — Carlito Azevedo

57. Pitangas no travesseiro — Betty Vidigal

58. Acima de qualquer suspeita — José Paulo Paes

59. Às cinco horas da tarde — Federico García Lorca

60. À borda dos incêndios — Salgado Maranhão

61. Administrador do inútil — Manoel de Barros

62. O amolador de tesouras — Fred Souza Castro

63. No território do cotidiano — Adélia Prado

64. À espera dos bárbaros — Konstantinos Kaváfis

65. "Eu é um outro" — Sá de Miranda

66. Poesia pós–tudo — Augusto de Campos

67. A Bela de Amherst — Emily Dickinson

68. Água, terra, fogo e ar — Fernando Paixão

69. Versos em surdina — Ribeiro Couto

70. Eu não sou eu nem o outro — Mário de Sá–Carneiro

71. Tigre! Tigre! — William Blake

72. À beira da vida — Dalila Teles Veras

73. Baú de espantos — Mario Quintana

74. O solitário de Mariana — Alphonsus de Guimaraens

75. A poesia da práxis — Mário Chamie

76. Mulher e pássaros — Dora Ferreira da Silva

77. Enquanto o dia não chega — Nuno Júdice

78. Lira paulistana — Mário de Andrade

79. A sereia que leu Marx e Freud — Sosígenes Costa

80. As cismas do destino — Augusto dos Anjos

81. O olho de um pequeno deus — Sylvia Plath

82. No vôo cortante da tarde — H. Dobal

83. Um gosto de óleo diesel — Rosana Piccolo

84. Sentimento ocidental — Cesário Verde

85. Passos e acenos — Florisvaldo Mattos

86. Por trás da cortina — Sergio Cohn

87. Hay un tigre en la casa — Eduardo Lizalde

88. Do outro lado do mar — Sophia de Mello Breyner Andresen

89. No subsolo do discurso — Antonio Carlos Secchin

90. Não percas o ser humano — Nauro Machado

91. O selvagem Rimbaud — Arthur Rimbaud

92. Penso, logo minto — Reynaldo Damazio

93. No formigueiro das letras — Ana Cecília de Sousa Bastos

94. Na fumaça de um charuto — Álvares de Azevedo

95. Um clássico pós–moderno — Alexei Bueno

96. Texto com e sem palavras — Décio Pignatari

97. Sintonia de cristais — Maria Esther Maciel

98. Barras de ferro — Carl Sandburg

99. Poema de cem faces — Cem Poetas

100. Na janela da memória — Chantal Castelli

101. Vibrações de tempo — Paulo Mendes Campos

102. Papoulas de arame — Francisco Carvalho

103. O outro nome da chuva — Danilo Monteiro

104. Memória da guerra — Izacyl Guimarães Ferreira

105. Leão rasgando seda — André Luiz Pinto

106. Explosão de argila — Prisca Agustoni

107. O salário mínimo da poesia — Dylan Thomas

108. Máquina zero — Ricardo Aleixo

109. Uma roça de estrelas — José Inácio Vieira de Melo

110. Sobre a hora indesejada — Pedro Nava

111. Sede de voar — Maria da Conceição Paranhos

112. Um poeta da realidade — Czeslaw Milosz

113. Lavoura azul — José Chagas

114. Blues à moda mineira — Edimilson de Almeida Pereira

115. O homem de La Mancha — Carlos Drummond e Jorge Luis Borges

116. Coisas imediatas — Heitor Ferraz Mello

117. Suor e alfazema — Ilka Brunhilde Laurito

118. Pedras na beira do rio — João de Moraes Filho

119. Sonetos de amor — Elizabeth Barrett Browning

120. Uma canção distante — Soares Feitosa

121. Tabuada de menos — Fernando Fábio Fiorese Furtado

122. Voando com o pássaro — Ana Cristina Cesar

123. Beleza e verdade — John Keats

124. Acrílico sobre papel — Almandrade

125. Fotografias com palavras — Luiz Roberto Guedes

126. O eterno passageiro — Ronaldo Costa Fernandes

127. Concerto para violino — Maria José Giglio

128. A vida imediata — Paul Éluard

129. O poema nasce nu — Júlio Polidoro

130. Pássaro na treva — Tasso da Silveira

131. Um poeta verde — Ascânio Lopes

132. Linguagem e vertigem — Ferreira Gullar

133. O caracol e a linha — Ésio Macedo Ribeiro

134. O fazedor — Jorge Luis Borges

135. O homem e sua hora — Mário Faustino

136. Devastações e esperanças — Carlos Nejar

137. Rumo à cidade santa — William Butler Yeats

138. Quase uma arte — Paula Glenadel

139. Sob o vôo das gaivotas — Lêdo Ivo

140. Talento rebelde — Vladímir Maiakóvski

141. Na cidade e no tempo — Moacyr Félix

142. Em poucas palavras — Virna Teixeira

143. Bêbado de universo — Giuseppe Ungaretti

144. Entre espuma e areia — Washington Queiroz

145. Pessoa, 70 anos depois — Fernando Pessoa

146. Veleiros brancos — Ledusha B. A. Spinardi

147. Nas ruas da cidade — René Char

148. Um sertanejo universal — João Guimarães Rosa

149. A terra desolada — T.S. Eliot

150. Assinatura do sol — Rodrigo Petronio

151. Sal nas feridas — Helena Ortiz

152. Fragmentos do cotidiano — André Dick

153. Um lance de dados — Stéphane Mallarmé

154. A cidade engatilhada — Armando Freitas Filho

155. Nas terras do sem fim — Cyro de Mattos

156. Onde dor é saudade — Lucian Blaga

157. Banquete de asas — Antônio Mariano

158. Brincando com navalhas — Déborah de Paula Souza

159. Crepúsculo sertanejo — Castro Alves

160. Partitura de ossos — Delmo Montenegro

161. Órfão do silêncio — Charles Simic

162. No diesel do passado — Plínio de Aguiar

163. Lua no asfalto molhado — Silvana Guimarães

164. Essa cidade, gota de sombra — Herberto Helder

165. Exercício de telegrafia — Salete Aguiar

166. Cana caiana — Ascenso Ferreira

167. Espelhos e enigmas — Ronaldo Monte

168. Vênus em Escorpião — Luíza Mendes Furia

169. O amor no papel — William Shakespeare

170. Geometria de Ícaro — Solange Firmino

171. O antimenestrel — Oswald de Andrade

172. Quando se afiam as facas — Eunice Arruda

173. Funcionário da poesia — António Ramos Rosa

174. Canções do exílio — Gonçalves Dias

175. Silêncio partido em dois — Cristina Garcia Lopes

176. Uma xícara no infinito — Amadeu Baptista

177. Sem margem de manobra — Claudia Roquette-Pinto

178. Metade da vida — Friedrich Hölderlin

179. A noite é verde — Trazíbulo Casas

180. O tigre revisitado — Joaquim Branco

181. Por favor, um blues — Silvia Chueire

182. Suor suspenso no óleo — Fabiano Calixto

183. Folhas de relva — Walt Whitman

184. Mundos oscilantes — Adalgisa Nery

185. Recusa ao devaneio — Júlio Castañon Guimarães

186. Geografia do deserto — Micheliny Verunschk

187. Novembro dos vivos — Alessio Brandolini

188. O cavalo amarelo — Alexandre Bonafim

189. Trigo e papoilas — Nuno Garcia Lopes

190. Elegias da memória — Gilberto Nable

191. Amoras bravas — Eugénio de Andrade

192. Nel mezzo del cammin — Dante Alighieri

193. O retorno de Saturno — Iracema Macedo

194. Esse vestido, esse segredo — Carlos Drummond de Andrade

195. Meditação sob os lajedos — Alberto da Cunha Melo

196. Quase silêncio — Ricardo Lima

197. Cheiro de terra molhada — Márcia Maia

198. Na praia da palavra — Eduardo Sterzi

199. O fazendeiro do mar — Cacaso

200. O olho do poeta obsceno — Lawrence Ferlinghetti

201. Arqueologia do olhar — Alexandre Marino

202. Trajetória de antes — Mariana Ianelli

203. O mundo indecidível — Vítor Oliveira Jorge

204. O silêncio dos deuses — Andityas Soares de Moura

205. A meninice nas mãos — Alberto da Costa e Silva

206. Por quem os sinos dobram — John Donne

207. O vôo da voz — Sônia Barros

208. As formas do barro — Aleilton Fonseca

209. O peixe e a espinha — Afonso Henriques Neto

210. Meditações na corda lírica — Ivan Junqueira

211. Onde estão as neves de outrora? — François Villon

212. Retrato visto de longe — Francisco Carvalho

213. Carne dos meus pensamentos — Neide Archanjo

214. Vou-me embora pra Braxília — Nicolas Behr

215. Contemplando a chuva — Juan Gelman

216. Serengas, lambedeiras e naifas — João Filho

217. No meio da rua deserta — Ana Rüsche

218. Minotauros no divã — Regis Gonçalves

219. História das demolições — Fabrício Corsaletti

220. Um sol entre as veias — Nicolás Guillén

221. Amor e beterrabas — Vitória Lima

222. O poeta do desterro — Cruz e Sousa

223. Naufrágios súbitos — Álvaro Alves de Faria

224. Uma valsa e dois ciúmes — Gonçalves Dias e Casimiro de Abreu

225. Plural de nuvens — Gilberto Mendonça Teles

226. A última réstia da lua — Raiça Bomfim

227. Evidências pedestres — Paulo Ferraz

228. Pão e água-de-colônia — Adília Lopes

229. De Glasgow a Saturno — Edwin Morgan

230. A sedução da imagem — Carla Andrade

231. Trigal com corvos — W.J. Solha

232. Olho de boi na paisagem — Júlio Machado

233. Noites, pássaros e gaiolas — Alejandra Pizarnik

234. Entre o silêncio e a meditação — Moacir Amâncio

235. Pássaros convulsos — Vera Lúcia de Oliveira

236. Os homens obsoletos — Donizete Galvão

237. Lady Lazarus — Sylvia Plath

238. O taquígrafo da mente — Allen Ginsberg

239. Profundamente — Manuel Bandeira

240. Para isso fomos feitos — Vinicius de Moraes

241. Farol na névoa — Dante Milano

242. No silêncio das águas — Maiara Gouveia

243. Banquete de rebeldia — Decio Bar

244. O galo branco — Augusto Frederico Schmidt

245. Em tempo de luas magras — Cida Pedrosa

246. O falcão e a nuvem — Eugenio Montale

247. O gênio do Cosme Velho — Machado de Assis

248. Palavras soltas; talvez dor — Jorge Wanderley

249. Gleba de ausentes — H. Dobal

250. "Tenho mais almas que uma" — Fernando Pessoa

251. Goteira da memória — Lenilde Freitas

252. O verso sem plumas — Maria Thereza Noronha

253. Disse o corvo: "Nunca mais" — Edgar Allan Poe

254. Todas as cidades do mundo — Izacyl Guimarães Ferreira

255. Poemas de circunstância — Manuel Bandeira e Carlos Drummond

256. Só a noite é que amanhece — Alphonsus de Guimaraens Filho

57. Palavras de sal — Angélica Torres Lima

258. Cidade, por que me persegues? — José Paulo Paes

259. Cheiro de terra molhada — Mariana Botelho

260. Canções de Cecília — Cecília Meireles

261. Poemas diante do espelho — Sete poetas

262. Sob o signo do blues — Amélia Alves

263. O azeite do desengano — Ronaldo Costa Fernandes

264. Elegias do País das Gerais — Dantas Mota

265. 3,141592653589793238... — Wislawa Szymborska

266. Uma estrela trêmula — Max Martins

267. Hora de brincar — Poesia para crianças

268. A rua do padre inglês — Everardo Norões

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